Baseado na primeira tese brasileira (2018) sobre o psicanalista galês Ernest Jones (1879-1958). Izabel é hoje a referência brasileira na vida e na obra desse autor.
Editora Escuta, 2016 · ISBN-13 978-85-7137-395-2
Psicanálise com Izabel Marques
Para adultos que sentem angústia, ansiedade ou dificuldades na rotina e querem ser ouvidos sem pressa e sem julgamento
E. Jones
Você se reconhece aqui?
Talvez você reconheça algumas dessas sensações:
Se alguma dessas frases te tocou, talvez seja hora de ter um espaço só seu para colocar isso em palavras, sem pressa de “resolver” e sem julgamento sobre o que você sente.
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Entenda o método
A Psicanálise é indicada para quem se sente preso em problemas psíquicos recorrentes que dificultam a vida com os outros, no trabalho e no dia a dia. Segundo a IPA (Associação Psicanalítica Internacional), esses sinais costumam ter raízes mais profundas do que a consciência alcança sozinha.
“Ansiedades, inibições e depressões frequentemente são sinais de conflitos internos. As raízes destes problemas frequentemente são mais profundas do que a consciência pode alcançar, que é o motivo porque não podem ser resolvidos sem psicoterapia.”
Por isso a Psicanálise não trabalha só o sintoma que aparece (a crise, a angústia, a insegurança), mas o que sustenta esse sintoma, com tempo e profundidade em vez de uma solução imediata.
O acompanhamento
O trabalho é conduzido pela Psicanálise freudiana, com a associação livre como recurso central:
Para falar sem medo de ser julgado(a).
Das próprias angústias e dos padrões de pensamento que se repetem.
Para lidar com a rotina e com as decisões do dia a dia.
Que vem de entender a raiz do que incomoda, e não apenas de abafar o sintoma por um tempo.
Quem conduz o seu processo
Izabel Marques (CRP 06/66172) tem uma trajetória construída entre a clínica e a pesquisa: mais de 20 anos dedicados à Psicanálise e à sua História.
É doutora (2018, com bolsa CNPq em parte do curso) e mestre (2012) em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com orientação dos professores Renato MezanRenato Mezan é um nome de referência na Psicanálise e o maior Historiador da Psicanálise do país. Professor Titular da pós-graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP, coordenador da Revista Percurso (Sedes Sapientiae) e vencedor do Prêmio Jabuti. (doutorado) e Gilberto SafraGilberto Safra é um clínico consagrado. Professor Emérito e Docente do Instituto de Psicologia da USP-SP, é psicólogo, psicanalista, professor e pensador brasileiro. (mestrado). É graduada em Psicologia pela USP-SP (2001) e máster em Comunicación y Educación pela Universitat Autónoma de BarcelonaA Universitat Autónoma de Barcelona foi considerada a melhor universidade de toda a Espanha pelo Ranking Global CWUR 2026. Em escala mundial, situa-se como a 125ª melhor universidade do mundo, ou seja, está entre as 0,6% top universidades de todo o globo., Espanha (2005), com qualificação final "Excelente".
Depois de um longo período dedicado à pesquisa acadêmica, Izabel retomou a prática clínica, unindo profundidade teórica a uma escuta viva e atual.
Conheça a analista
Um vídeo curto em que Izabel fala sobre angústia, ansiedade e o que esperar de um processo psicanalítico com ela.
Obra publicada
A importância de ser Ernest Jones – Uma leitura psicanalítica sobre a invisibilidade de um homem notável
Baseado na primeira tese brasileira (2018) sobre o psicanalista galês Ernest Jones (1879-1958). Izabel é hoje a referência brasileira na vida e na obra desse autor.
Editora Zagodoni, 2023 · ISBN 978-65-86711-90-5
O fim e o começo – Uma leitura psicanalítica do encontro intergeracional entre adolescentes e idosos
A obra explora a convivência entre adolescentes e idosos, mostrando como as trocas afetivas entre gerações podem oferecer aos mais jovens referências inspiradoras para a vida.
Editora Escuta, 2016 · ISBN-13 978-85-7137-395-2
"Entre as teses que orientei na PUC/SP, destaca-se a de Izabel de Madureira Marques, e por bons motivos: a novidade do assunto, até então não abordado no meio psicanalítico brasileiro, a qualidade da pesquisa, a voz autoral da escrita. Parabéns a Izabel."
"É daquelas obras que vão servir como referência para sempre para quem deseja uma cidade (e um país) mais civilizada, onde todos se sintam integrados, da criança ao idoso."
"O texto de Izabel sugere a existência de um envolvimento profundo da pesquisadora com seu objeto de estudo. Longe de qualquer produção científica fundada numa orientação neutra e asséptica, o escrito exala presença viva, inteira, visceral. O resultado é um trabalho de fôlego."
"Izabel é uma observadora privilegiada, atenta e, mais do que isso, engajada. Construindo conhecimento. E se reconstruindo, criando pontes de saber, e pontes de afeto."
"Entre as teses que orientei na PUC/SP, destaca-se a de Izabel de Madureira Marques, e por bons motivos: a novidade do assunto, até então não abordado no meio psicanalítico brasileiro, a qualidade da pesquisa, a voz autoral da escrita. Parabéns a Izabel."
"É daquelas obras que vão servir como referência para sempre para quem deseja uma cidade (e um país) mais civilizada, onde todos se sintam integrados, da criança ao idoso."
"O texto de Izabel sugere a existência de um envolvimento profundo da pesquisadora com seu objeto de estudo. Longe de qualquer produção científica fundada numa orientação neutra e asséptica, o escrito exala presença viva, inteira, visceral. O resultado é um trabalho de fôlego."
"Izabel é uma observadora privilegiada, atenta e, mais do que isso, engajada. Construindo conhecimento. E se reconstruindo, criando pontes de saber, e pontes de afeto."
"Entre as teses que orientei na PUC/SP, destaca-se a de Izabel de Madureira Marques, e por bons motivos: a novidade do assunto, até então não abordado no meio psicanalítico brasileiro, a qualidade da pesquisa, a voz autoral da escrita. Parabéns a Izabel."
"É daquelas obras que vão servir como referência para sempre para quem deseja uma cidade (e um país) mais civilizada, onde todos se sintam integrados, da criança ao idoso."
"O texto de Izabel sugere a existência de um envolvimento profundo da pesquisadora com seu objeto de estudo. Longe de qualquer produção científica fundada numa orientação neutra e asséptica, o escrito exala presença viva, inteira, visceral. O resultado é um trabalho de fôlego."
"Izabel é uma observadora privilegiada, atenta e, mais do que isso, engajada. Construindo conhecimento. E se reconstruindo, criando pontes de saber, e pontes de afeto."
Tirar dúvidas antes de começar
A principal diferença está no método: a Psicanálise trabalha a partir da associação livre e da escuta do que está por trás dos sintomas, no inconsciente, em vez de focar só em técnicas e ferramentas para o sintoma imediato.
Serve também, e principalmente, para quem não tem um diagnóstico fechado. Segundo a IPA, a Psicanálise é indicada para quem se sente "aprisionado em problemas psíquicos recorrentes", mesmo sem um nome clínico para o que sente. Na prática, isso significa que você não precisa chegar com um rótulo, só com o que está vivendo.
Não. A Psicanálise não é só para momentos de crise: também ajuda quem sente que a rotina pesa, que se preocupa demais, ou que simplesmente quer se entender melhor, mesmo sem uma crise específica acontecendo agora.
Não. Essa é justamente a proposta da associação livre: você fala o que vier à cabeça, sem precisar organizar ou explicar tudo antes. É no processo, e não antes dele, que as coisas começam a fazer mais sentido.
As duas coisas, e é exatamente essa combinação que sustenta o trabalho. São mais de 20 anos dedicados à Psicanálise, com doutorado e mestrado pela PUC-SP e dois livros publicados, além de um retorno recente e intenso à prática clínica.
Dê o primeiro passo
Se a rotina está pesando, se a angústia não parece ter uma causa clara, ou se você só quer um espaço para se entender melhor, sem pressa e sem julgamento, esse pode ser o momento certo para começar.
“O primeiro passo não é ter respostas. É ter um espaço para procurá-las.”
E. Jones